Rafael Monteiro
Fundou a agência depois de uma década construindo integrações em bancos e operadoras. Cuida da camada que ninguém vê e que segura tudo.
A Fused Signals nasceu em 2016, entre pessoas que passaram anos vendo boas empresas decidirem com o número errado — ou sem número nenhum.
A cena se repetia. Uma diretoria pedia o mesmo relatório para três áreas e recebia três respostas diferentes. Cada uma tinha razão à sua maneira, porque cada uma definia o número do seu jeito. A conversa virava sobre de quem era a planilha certa, e não sobre o que fazer a seguir.
Montamos a Fused Signals para acabar com esse tipo de discussão. Não vendemos uma ferramenta mágica nem um painel bonito para pendurar na parede. Arrumamos a base: de onde vem o dado, como ele é definido e por que se pode confiar nele. Quando essa fundação está firme, o painel é quase consequência.
Um número sem definição escrita não é métrica, é opinião com aparência de fato. Antes de construir qualquer gráfico, colocamos no papel o que cada indicador significa e concordamos com você. Parece burocrático. Economiza meses de retrabalho.
Também acreditamos em entregar cedo. Ninguém deveria esperar um trimestre para ver se o caminho está certo. Trabalhamos em ciclos curtos, mostramos versões incompletas e ajustamos com o seu time olhando junto. É menos elegante e muito mais honesto.
Somos um grupo pequeno de propósito. Quem conversa com você na primeira reunião é quem escreve a consulta no banco e desenha o painel. Não existe uma equipe de venda que promete e some, deixando outra para executar. Isso limita quantos projetos aceitamos ao mesmo tempo, e está tudo bem assim.
Ficamos em Pinheiros, em São Paulo, e atendemos clientes no país inteiro. A maior parte do trabalho acontece de forma remota; quando o projeto pede olho no olho, marcamos presença nas fases que realmente pedem.
Sem faces de banco de imagem: as iniciais abaixo são de gente real que assina o que entrega.
Fundou a agência depois de uma década construindo integrações em bancos e operadoras. Cuida da camada que ninguém vê e que segura tudo.
Vem da controladoria e sabe onde um número engana. Transforma definição confusa em métrica que aguenta pergunta de auditor.
Desenha para quem tem pressa. Prefere um painel com quatro números certos a um mural com quarenta que ninguém lê.
Faz a ponte entre a pergunta do negócio e a consulta no banco. Costuma achar o erro antes de ele virar decisão.
Cuida dos pipelines para que rodem sozinhos e avisem quando algo muda na origem. Dorme melhor por causa disso.
Garante que cada base seja tratada dentro da lei e do bom senso. Escreve os contratos de dados que protegem os dois lados.
Uma conversa curta resolve. A gente ouve o problema e diz, sem rodeio, se é o tipo de trabalho que fazemos bem.